...pensámos nós.
Num postalinho autografado, olháva-nos, antes da hora de almoço, um senhor com aquela barba que toda a gente parece ter tido algures durante os anos 70, as mãos cruzadas de forma muito dramática debaixo do queixo e os olhos do tamanhos de pires de café. A cor de sépia tornava tudo muito mais envolvente e misterioso.
O seu nome... Marcos do Vale. O seu ofício... Hipnotizador e ilusionista. A nossa reacção... o riso.
Ficámos, mais uma vez, fascinados. A Tia, uma senhora de religião, embrenha-se no culto do profano, de coisas que roçam a bruxaria e o ilógico, num controlo e fascínio do Homem que só Deus deveria ter e conseguir provocar.
Dias depois, revelou-se ante mim o enorme poder da Internet. E numa curta e iluminadora pesquisa, a Tia voltou a desiludir-nos. Marcos do Vale era, afinal, o alter ego de um padre. A quem até lhe foi dedicado um vídeo no youtube...
Qual será a próxima machadada neste nosso coração que acha que não existem seres puros?
10 de setembro de 2009
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