Era uma vez uma auto-estima tão diminuta tão diminuta que se perdeu na cabeça de um alfinete.
Era uma vez um ego tão mirrado tão mirrado que o engoliram por pensarem que era uma passa.
Era uma vez uma pessoa que se tinha tão pouco em conta que nos jantares de família punha sempre um prato a menos.
Era uma vez um amor-pró prio tão massacrado pelas intempéries do cabisbaixismo que andava de pernas para o ar.
Era uma vez dois pensamentos tão diminutivos do "self" que ele se extinguiu e agora está no Céu com os dinossauros.
19 de setembro de 2009
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