enquanto cortavas os braços e enfiavas
os dedos na garganta
eu ria-me de ti.
ria-me ao saber que eras atirada contra armários
que te partiam as costelas mentais
e que te odiavam
por teres sido tu a ficar.
sabes que odeiam sempre aquela que não morre
a que é a desilusão pura
espelhada em folhos e
mostras de lesbianismo
que contrariam os fetiches mais sinceros da humanidade.
26 de outubro de 2009
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