Hoje, às seis da manhã, dei-me conta que os gatos, além de extremamente inteligentes e contratáveis para uns quaisquer serviços secretos de uma grande potência, têm uma sensibilidade assinalável para a arte moderna.
Com menos de um quilo cada um, conseguiram exprimir-se em toda a sua genialidade e fazer o que muitos grandes artistas fazem: dar um novo significado às coisas do dia-a-dia.
Eles conseguiram ver a minha cama não como um local de descanço e restituição da beleza natural mas sim como uma sanita.
A-do-rá-veis.
15 de maio de 2008
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