7 de janeiro de 2009

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Adoro citar-me e parafrasear-me porque, no fundo, nem eu posso negar a minhar titânica genialidade e a intemporalidade dos meus pensamentos.

"A intelectualidade cansa tanto o corpo como as vindimas. Estou incapaz de continuar. Gostava de ter tido companhia hoje, para abafar os barulhos da casa. Ou o do silêncio.
Mas parte-se-me a alma em dois com esta solidão e tudo o que escorria por ela abaixo dispersa-se alarmantemente pelo universo. Um dilúvio galáctico. Embate em planetas, desvia cometas, cria forças gravitacionais que fazem o Sistema Solar dançar qual rancho folclórico do outro lado da estrada, em frente à casa da minha avó. Depois de tanta actividade, só pode restar a inércia."

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